domingo, 27 de setembro, das 14h às 18h,
dentro do Arena Circus, em São Paulo. Quatro horas de técnica,
prática e voo — e a comemoração do aniversário do
Prof. Marcelo Grangeiro, coreógrafo da Dança dos Famosos.
Apenas 14 casais.
Seis vezes em São Paulo. Três no Rio. Uma em Curitiba. Uma no Rio Grande do Sul. Onze edições de gente que chegou achando que acrobacia não era para o corpo dela e saiu com uma foto que não imaginava fazer.
Este ano a data caiu no aniversário do Marcelo. Ele não quis comemorar de outro jeito: quis comemorar fazendo o que o trouxe até aqui, com as pessoas que construíram esse caminho com ele.
Se você já esteve em alguma das onze, esta é a sua volta para casa. Se nunca esteve, é o melhor dia possível para a primeira vez.
Dois corpos, uma dança. Peso, eixo, base e condução — o que faz um movimento acontecer sem esforço, e o que faz ele travar. É daí que sai tudo o que vem depois.
Bases sólidas para voar alto. O processo é gradativo e segue uma ordem lógica, do mais fácil para o mais difícil, cada figura preparando a seguinte. Ninguém sobe no ar antes de entender o chão.
Seu duo do jeito certo. Você sai com repertório na mão e com o critério para montar o próximo — o que dá para tentar sozinho e o que ainda não.
Das 14h às 18h, sem enrolação e sem tempo morto.
Aquecimento e leitura de corpo a dois. Acrobacia a dois é dança, não ginástica — e é por isso que começa no chão, no peso e na condução.
Encaixe, alinhamento e ponto de apoio. A parte que ninguém filma e que decide se a figura vai acontecer ou não.
Do mais fácil para o mais difícil, uma preparando a outra. Você entende a lógica da progressão, não decora movimento solto.
Acrobáticos, criativos e inspiradores. É a hora em que o duo testa o que aprendeu e descobre até onde já dá para ir.
O aniversário do Marcelo, com a comunidade que construiu essas doze edições. Ninguém vai embora na hora que a música para.
Três vídeos curtos que respondem as três perguntas que todo mundo faz antes de se inscrever.
O Acrobatic Duo Dance não nasceu de uma ideia de negócio. Nasceu de uma falta. Vinte e cinco anos apaixonado por acrobacia, e nenhum lugar no universo da dança onde quem gosta disso pudesse se encontrar e estudar junto.
Ao lado, o Marcelo contando isso na abertura de uma das edições. São 55 segundos e é o resumo mais honesto do que esse workshop é.
Gravado na porta das edições anteriores, câmera na mão, sem roteiro. Repare em quantos estão dizendo que não é a primeira vez.
“A gente fez a primeira edição e ficou um gostinho de quero mais. Teve preocupação, teve carinho, teve toda a construção.”
Voltou para a 2ª“Hoje eu tô mais nervosa, porque só tem gente famosa aqui.” — e mesmo assim veio. Quem quer ser grande fica no meio dos grandes.
4 workshops“Eu participei tem uns quatro, cinco meses, e aquele já foi sensacional. A expectativa está lá no alto.”
Veio do Rio“A energia é sempre muito boa, o aprendizado sempre muito bom. Por isso que a gente está aqui de novo.”
Veio do Paraná“Eu amo acrobacia, é uma das minhas especialidades. Quando vi os dois juntos falei: que espetáculo. Não posso perder.”
“A nossa expectativa é aproveitar muito e compartilhar muito conhecimento com a galera.”
Atravessaram o paísAs onze edições anteriores aconteceram em sala de dança. Esta acontece no Arena Circus, escola de artes circenses com treze anos de estrada em São Paulo. Pé-direito alto, estrutura de aéreo, colchão, equipamento de verdade.
Existe uma diferença entre tentar acrobacia numa sala adaptada e trabalhar num lugar construído para isso. Você sente na primeira hora.
O espaço foi escolhido antes da data. Para a 12ª edição, ele precisava ser esse.
Arena Circus
Dança de salão, forró, zouk, tango, contemporâneo — não importa o ritmo. Importa querer o movimento que para o baile, a foto que impressiona, o número que sobe no palco.
E, quase sempre, importa vencer uma destas três frases:
“Eu não tenho força para isso.”
Não é força,
é jeito.
“Meu corpo não é para acrobacia.”
O processo é gradativo,
do mais fácil
para o mais difícil.
“Meu par não vai me acompanhar.”
No duo não existe “eu”.
Existe “nós”.
Vinte e cinco anos de dança e de acrobacia. Mais de 54 mil alunos atendidos e mais de 9.000 profissionais treinados. Hoje é coreógrafo da Dança dos Famosos, no Domingão, na Globo.
Mas aqui ele não está no palco da televisão. Está no chão da sala, corrigindo base, ajustando eixo e mostrando o caminho que faz uma figura acontecer.
Para aprender a parte técnica que faltava, ele trouxe um profissional dos Estados Unidos para o Brasil e pagou do próprio bolso. É esse estudo que vira as quatro horas do dia 27.
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São 14 casais. Não é escassez inventada: é o número que cabe na sala trabalhando em dupla com acompanhamento de verdade. Quando fecham, fecham — a próxima edição é em outra cidade e em outra data.
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